politicamente correto


O PT colonizou o Brasil!

A atitude colonialista se expressa em diversos aspectos do cotidiano nacional.

Nos primeiros anos do governo Lula, brincava-se com o que se compreendia como uma presunção petista. Comentava-se – “O PT pensa que descobriu o Brasil”. Sob o novo governo, tudo era como “nunca antes na história deste país” e a própria narrativa histórica era refeita para se adequar a tais premissas. O petismo gerava grandes “novidades”! Descobrira a escravidão negreira e reacendia tensões raciais. Captara a existência de desigualdades sociais e manejava para produzir antagonismos a partir delas. Percebera desníveis de renda entre o Norte e o Sul do país e extraía daí as bases para o coronelismo de Estado lá onde, ainda hoje, alojam-se seus principais redutos. E assim por diante. Na alvorada do século XXI, o PT era o novo Cabral chegando com a modernidade aos botocudos brasileiros.

Bruxelas, terror e mídia: a narrativa sobre “temor islâmico de represálias”

Para o futuro, os repórteres deverão simplesmente dar uma passo adiante e relatar os medos muçulmanos de represálias, e evitar discutir o ataque propriamente dito… pois isso só poderia gerar mais represália.

Após cada ataque terrorista muçulmano, a mídia articula rapidamente alegações de que os muçulmanos são as vítimas reais, publicando matérias como “Muçulmanos temem represálias”. Acima de tudo, deveríamos sempre lembrar que as verdadeiras vítimas são os assassinos.

Um terrorista muçulmano apenas mata uma dúzia de pessoas, decapita um soldado ou dispara sobre uma sinagoga? A mídia, após sua cobertura sensacionalista inicial do ataque, cobre a situação trágica de algum ativista islâmico que afirma ter percebido olhares de reprovação no ônibus. Pois os sentimentos feridos de um colono muçulmano contam mais do que a população nativa que foi apenas assassinada.

Alemanha: intensifica-se a crise de estupros cometidos por migrantes


Esquerda: pelo menos 30 migrantes do sexo masculino atacaram três meninas (com idades de 15, 16 e 17 anos) no Shopping Center Sophienhof em Kiel, Alemanha, em 25 de fevereiro. Somente dois dos perpetradores foram presos pela polícia.
Direita: somente nos primeiros dois meses deste ano, houve dezenas de casos registrados de migrantes que atacaram sexualmente mulheres e crianças em piscinas públicas em toda a Alemanha. Em algumas regiões, as autoridades determinaram a fixação de cartazes com desenhos indicativos, com o propósito de “educar” os migrantes sobre a inadmissibilidade de abusos sexuais.

Uma turba de candidatos a asilo provenientes do Afeganistão atacou três adolescentes do sexo feminino em um shopping center na cidade de Kiel ao norte da Alemanha. O ataque, que se prolongou por mais de duas horas na noite de 25 de fevereiro, espelha as violações em massa contra mulheres alemãs ocorridas na cidade de Colônia na Passagem do Ano Novo, mostra, mais uma vez, que os espaços públicos na Alemanha estão ficando cada vez mais perigosos para mulheres e crianças.

O que fez o Canadá ao comemorar o “Dia da Hijab”?

Em 2007, Aqsa Parvez, muçulmana paquistanesa de 16 anos, residente em Toronto, foi estrangulada
por seu pai. Como mulher livre no Canadá, seu “crime” foi não usar a hijab.

Na quinta-feira passada, 25 de fevereiro de 2016, a cidade de Ottawa sediou um evento público para celebrar a hijab, a repressão física das mulheres praticada pelo Islã.

Imigração na França: perigos de uma lei irresponsável votada em surdina

Todos os partidos estão implicados. A nova lei foi votada em um clima de indiferença e de leviandade que causa vertigens.

Na quinta-feira 18 de fevereiro, sub-repticiamente, em surdina, sob a indiferença geral e o desinteresse absoluto da mídia, a Assembleia Nacional aprovou em caráter definitivo o projeto de lei sobre a imigração apresentado por Manuel Valls e Bernard Cazeneuve. A reforma aí prevista transforma profundamente o sistema francês de imigração. Essa lei – por que não dizê-lo? por que dissimulá-lo? – vai, sem a menor dúvida, operar no sentido da abertura, do acolhimento, do fortalecimento dos direitos dos estrangeiros e, doutra parte, deve atuar no sentido do enfraquecimento dos instrumentos do Estado para a luta contra a imigração ilegal.

EUA: esquerdistas empenhados em destruir seu próprio país

Os progressistas sabotaram a segurança americana e danificaram as relações raciais.

Chicago, Detroit, Baltimore, St. Louis e outros numerosos centros de pobreza negra fora de controle, sistemas falidos de escolas públicas e a violência de negros contra negros são 100% controladas pelo Partido Democrata, e assim vem sendo por períodos entre 50 e 100 anos.

Liderados por Hillary Clinton e Barack Obama, os democratas permitiram o ataque islâmico à liberdade de expressão, que é um componente central da campanha islâmica para criar uma teocracia religiosa mundial.

O líder bolchevique Leon Trotsky descreveu, certa vez, o stalinismo como “a teoria perfeita para grudar no cérebro”. O que ele quis dizer foi que um regime monstruoso como o de Stalin, que assassinou 40 milhões de pessoas e escravizou muito mais, foi, apesar de tudo, capaz de persuadir os esquerdistas e os defensores da “justiça social” pelo mundo todo a atuarem como seus colaboradores e defensores.

A “islamofobia” e o politicamente correto

Nesse paradigma, se você criticar o Islã, você é um racista. O Islã tornou-se inatingível, exceto para elogios, ou, pelo menos, aceitação neutra.

A preocupação com a “islamofobia” é parte da degradação cultural.

De acordo com um plano de 10 anos da Organização da Cooperação Islâmica (OCI) para implementar a Resolução das Nações Unidas 16:18, que criminaliza toda a crítica ao Islam em todo o mundo, a Casa dos Representantes dos EUA emitiu a H. Res. 569, condenando a violência, intolerância e “retórica de ódio” para com os muçulmanos nos Estados Unidos.

A crise européia dos “refugiados” e a necessidade de uma direita forte e verdadeira

Uma direita que acerta no campo econômico mas erra em todo o resto está invariavelmente fadada ao fracasso e não merece nenhum apoio.

Manifestantes em marcha organizada pelo PEGIDA (Europeus Patriotas Contra a Islamização do Ocidente)
recebem jatos de água da polícia
.

O público brasileiro, carente de qualquer direita organizada, costuma enamorar-se com toda sorte de pretensos direitistas: centro-direitistas, social-democratas, democratas cristãos, liberais e até mesmo meros anticomunistas. Contudo, a crise “imigratória” da Europa tem ajudado a revelar as fraquezas desses ditos políticos “de direita”. Foram as políticas de Angela Merkel, da União Democrata-Cristã (CDU), de centro-direita, que arreganharam as fronteiras da Alemanha para talvez um punhado de refugiados genuínos, mas outros milhares de jihadistas, simpatizantes do ISIS, interessados unicamente em duas coisas: os benefícios do estado de bem-estar social europeu e a implementação de uma governança islâmica sobre o ocidente (concretizando as profecias próprias do islã e de seus teóricos, como Guénon e Qutb). Isso tudo não, sem antes, espetáculos de molestação pública de mulheres e arrastões, como vimos na virada de ano em Colônia (na própria Alemanha).

A verdade sobre o ciclo da violência

A pedido do ilustre professor Olavo de Carvalho, apresentamos o vídeo “A verdade sobre o ciclo da violência”.

Stefan Molyneux, da Freedomain Radio, trata de tópicos que incluem disparidades de sentenças criminais entre os sexos, a população carcerária, pena de morte, falsas alegações de estupro, prevalência do estupro, abuso materno, fraudes de paternidade, mentiras, leis, etc.

Essa discussão é extremamente importante porque desafia o discurso feminista, amplamente divulgado pela mídia, de que o homem é responsável pela violência na sociedade, tratando a mulher sempre como vítima.

Concedam às mulheres o direito de se defenderem

Geert Wilders denuncia o “Taharrush”. À direita: protestos públicos na Alemanha em resposta aos
abusos sexuais em massa ocorridos na cidade de Colônia e em outras cidades na passagem do Ano Novo.

O “enriquecimento cultural” nos trouxe uma nova palavra: Taharrush. Lembre-se bem dela, porque teremos que lidar muito com ela. Taharrush é a palavra em árabe que denota o fenômeno através do qual mulheres são cercadas por grupos de homens e assediadas sexualmente, tocadas, agredidas e estupradas. Depois da taharrush que ocorreu na cidade de Colônia na Passagem do Ano Novo, muitas mulheres alemãs compararam spray de pimenta. Quem pode condená-las?