PSDB


O fim do governo Temer

O jornalista Vitor Vieira expõe o fim do governo de Michel Temer e o sistema golpista envolvendo toda a classe política e empresarial do Brasil. Também comenta o interrogatório da marqueteira baiana Mônica Valente que comprova o total envolvimento de Dilma Rousseff nas ações criminosas e conspiratórias contra o povo brasileiro. Vitor Vieira é jornalista […]

Contra o comunismo, ontem e hoje: Bate-papo com Olavo de Carvalho, Jair Bolsonaro, Paulo Martins, Bene Barbosa e Allan dos Santos

Olavo de Carvalho: “a reunião realizada em março de 1993 entre o pessoal do Foro de São Paulo, a cúpula do PSDB, representada por Fernando Henrique Cardoso e a turma do Diálogo Interamericano, que é o think-tank do Partido Democrata (… ) continua secreta até hoje.
(…) Isso é uma coisa que precisa ser investigada anteontem. O que elescombinaram? Qual é o acordo entre PSDB e PT?

“Agora o PSDB quer desviar o sentido das manifestações populares para alvos inócuos.

A nossa parte é intensificar e esses protestos e torná-los permanentes. Como no Egito, onde o povo ficou 18 dias nas ruas. Como na Rússia, onde o povo resistiu aos tanques de guerra. Não é porque você fez duas passeatas que o governo vai cair.
 

 

Governo tenta sequestrar os pobres com o Programa Bolsa-Família

Luiz Gonzaga e Zé Dantas, “Vozes da Seca” (1953)

Desde que o presidente Luiz Inácio Lula da Sil­va foi reeleito em 2006, o PSDB tem sido vítima do terrorismo eleitoral praticado pelo PT. Partido socialdemocrata, que acredita mais no Estado do que no mercado, o PSDB é apontado pelos petistas como um maníaco das privatizações, que quer acabar com o Bolsa-Família, a menina dos olhos da Era Lula. Essa fórmula deu certo para o PT em duas disputas presidenciais: em 2006, quando Lu­la foi reeleito à revelia do escândalo do mensalão, e em 2010, quando o ex-presidente conseguiu eleger u­ma candidata sem carisma e sem ex­­periência eleitoral. Tanto Geraldo Al­ckmin quanto José Serra, os candidatos tucanos de então, ficaram na defensiva, deixando que a pecha de privatistas e desalmados, governando para as elites, se tornasse uma es­pécie de segunda pele dos tucanos.

Um defunto governa a Venezuela?

Nivaldo Cordeiro comenta em vídeo os atos imperialistas do PT, via Foro de São Paulo, na farsa montada para manter Hugo Chávez presidente da Venezuela. Também fala da irresponsabilidade e incompetência do governo petista, que está conduzindo o país novamente ao tempo dos apagões e racionamentos de energia, e da nova fase de perseguição aos policiais instaurada em São Paulo por Fernando Grella e Geraldo Alckmin.

A imprensa brasileira ficou calada diante do ato imperialista do PT de impor Hugo Chávez como governante, prescindindo da posse formal. Ninguém escreveu que foi um violência institucional apoiada desde fora, do Brasil. Possivelmente temos agora um defunto governante. Ou será um governante defunto? A comédia e a tragédia andam de mãos dadas aqui. O ato imperialista do Brasil foi feito em nome do Foro de São Paulo, repetindo gestos como o de Zelaya em Honduras e o do Uruguai recentemente. Um perigo para a tradição diplomática brasileira.

O PT como sintoma da moralidade dos nossos tempos

A despeito do julgamento do mensalão pelo STF e da condenação dos réus José Dirceu, José Genoíno, Marcos Valério e Delúbio Soares, membros da cúpula do PT, pelos crimes de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, boa parte do povo brasileiro revela uma indiferença cínica para um escândalo político de graves proporções. A indiferença, em alguns casos, vira cumplicidade com o crime. As campanhas eleitorais e seus resultados aparentes retratam um problema sério de colaboração do povo com a ilegalidade. Ou, no mínimo, com a estupidez.

Dentro desta crise moral, Lula permanece incólume como um símbolo político. O homem que mais se beneficiou com o mensalão  – e foi seu chefe-mor –  apareceu ao lado de vários candidatos a prefeito nas capitais brasileiras. O ex-presidente pode indicar um macaco, um bonifrate ou um poste mijado como Fernando Haddad para prefeitura de São Paulo. Pode chamar até seus eleitores de idiotas, ao afirmar que o povão está mais preocupado com a partida do Palmeiras do que com as trapaças do mensalão. Não importa, a gente bovina vota. Se a imagem de Lula arrecada votos, ao invés de espantá-los, é porque boa parcela do povo médio se rebaixou a um nível tal de indignidade moral, que nem merece ser comparado à gente honesta. Merece ser chamado de turba de delinquentes.

O óbvio esotérico

Neste país, o óbvio vai-se tornando cada vez mais um segredo esotérico, só acessível a um círculo de iniciados: num campeonato de esquerdismo, vence, por definição, o mais esquerdista.

A derrota do sr. José Serra em São Paulo demonstra, pela enésima vez, que é impossível vencer o PT e seus aliados sem fazer precisamente as duas coisas que a oposição tem evitado a todo preço: (1) livrar-se do resíduo ideológico “politicamente correto”, adotando um discurso conservador sem concessões nem atenuações; (2) denunciar incansavelmente a aliança criminosa de partidos comunistas e quadrilhas de narcotraficantes – o Foro de São Paulo.

Quem duvida que o sucesso de Magalhães Neto, em contrapartida, deveu muito à nostalgia de um conservadorismo linha-dura que o seu nome de família ainda evoca na imaginação do eleitorado baiano? Antonio Carlos Magalhães nunca foi um conservador em sentido estrito, mas, faute de mieux, a esquerda fez dele o símbolo quintessencial da direita, e, ao menos nos seus últimos anos, ele vestiu a camiseta com alguma bravura, cujo prestígio agora reverte em benefício do seu neto.

Malafaia, desconhecimento e omissão: a ocultação da agenda gay do PSDB

A cartilha anti-“preconceito” aprovada pelo governador de São Paulo José Serra em 2009 não é igual ao kit gay do PT. O único problema dessa cartilha é que disse que a homossexualidade é inata, não uma opção. Essas foram as palavras do cidadão Silas Malafaia neste vídeo dele: http://youtu.be/5Kd0rRwLcKs

Não estou usando a palavra “cidadão” por menosprezo. No vídeo, Malafaia diz que fala como cidadão, não como pastor.

O cidadão Malafaia diz que teve acesso à cartilha e só viu aquele único problema. Os cidadãos de São Paulo poderiam muito bem verificar a cartilha, pois é um material público, pago com o dinheiro de cada cidadão de São Paulo.

E agora, José? Os kits gays do PT e PSDB

As ações da dupla dinâmica se complementam: um entra com o kit gay para professor, o outro com o kit gay para o aluno.

Durante entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, José Serra, candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, atacou o kit gay, obra-prima do candidato do PT Fernando Haddad. Serra disse: “O problema do kit-gay é acima de tudo pedagógico. Quer doutrinar, em vez de educar”.

Serra afirmou que o kit promovia o bissexualismo. Ele disse: “Tem um erro incrível, inclusive de matemática, quando no fundo faz apologia do bissexualismo. Diz que é bom ser bissexual porque você aumenta em 50% a chance de ter programa no fim de semana. Não é 50%, é 100%. Segundo, isso não é combater homofobia, é uma espécie de doutrina.”

Lições do primeiro turno

O eleitorado está cansado da gente da social-democracia, que faz discurso anódino para se eleger e pratica traição aos conservadores no cotidiano de suas administrações.

As pesquisas de opinião do Datafolha e Ibope revelam uma vontade dos institutos de colocar o candidato Fernando Haddad de forma competitiva nas eleições de hoje. O Datafolha, com mais pejo, hierarquizou os candidatos dentro da margem de erro, sugerindo empate técnico, mas dando o sentido do que emergirá das urnas. Já o Ibope rasgou a fantasia ao proclama empate entre Celso Russomanno, José Serra e Fernando Haddad para além da vírgula. Tudo de que precisa o PT para manter acesa sua militância no dia de hoje e envernizar as aparências.

True Outspeak – 30 de maio de 2012

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