racismo


Brasil, Trump, guerra civil na Europa e a heróica resistência anti-globalista da Polônia

“O crime não é um problema social.” Destacando importantes aspectos políticos, econômicos e históricos dos problemas brasileiros, Heitor De Paola comenta, em seu programa O Outro Lado da Notícia, na Rádio Vox, desde a farsa das privatizações do governo FHC até à influência globalista no atual quadro de violência generalizada no Rio de Janeiro. Também […]

Charlottesville: Stalin ganha mais uma

O ministro alemão das Relações Exteriores, Joachim Von Ribbentrop (à esquerda.), o líder soviético Joseph Stalin (no meio, rindo) e seu ministro das Relações Exteriores, Vyacheslav Molotov (à direita, no canto), assinam o pacto no Kremlin em 23 de agosto de 1939.   There is really one only political party of any significance in the […]

Lições da América

Há uma espécie de concurso entre as elites europeias e americanas de esquerda: quem insulta mais Donald Trump? Quem consegue escolher os epítetos mais violentos? Racista, boçal, cretino, sexista, corrupto, inculto e xenófobo estão entre os mais utilizados. Isto para além das classificações brandas de fascista e populista. No entanto, o problema não é o […]

Repugnante: os “virtuosos” novos nazistas

Boicote aos produtos produzidos por judeus. Hoje e ontem.

Conheça os bandos dos novos nazistas, posando como defensores da Justiça e da Virtude, em busca de novas políticas de extermínio de Israel e, logo em seguida, dos judeus.

“Na Alemanha nazista”, conforme observa Brendan O’Neill no Wall Street Journal, “era a fúria total para tornar a cidade Judenfrei (sem nenhum judeu)”.

Novos “Panteras Negras”: a esquerda fomenta o racismo para acelerar a revolução

A violência nos EUA entre cidadãos negros e policiais qualificados generalizadamente de “brancos” enchem os espaços da mídia. O assassinato de cinco policiais e o ferimento de nove, mirados por um franco-atirador durante uma passeata pacífica em Dallas, foi um dos mais explorados.

Hitler e o antissionismo dos nazistas

O antissemitismo, como todas as formas de racismo e ódio religioso, é construído sobre mentiras e distorções do passado e do presente.
Na foto, o portal do campo de concentração de Auschwitz, com a frase “O trabalho liberta”.

Durante a Guerra Fria, a União Soviética, seus aliados do Pacto de Varsóvia e a extrema-esquerda ocidental espalharam uma variedade de mentiras sobre a história do sionismo. A mais famosa dessas falsidades foi a afirmação de que Hitler e o regime nazista tinham sido apoiadores do sionismo. Era uma falsidade que se encaixava bem com outra grande mentira da propaganda comunista na Guerra Fria, ou seja, que o sionismo em si é uma forma de racismo. Se este fosse o caso, faria sentido lógico que os racistas, tais como Hitler, apoiassem o sionismo. O fato é, porém, que Hitler e os nazistas desprezavam o sionismo e fizeram todo o possível para derrotá-lo.

Bolsonaro e a verdade sufocada pelo MBL e seus comparsas

Fernando Holiday, cria do MBL e um de seus coordenadores, numa tentativa patética de reforçar suas falas, sempre inicia seus discursos dizendo que é “negro, gay e da periferia” (sic).

Puxa vida, é mesmo? Se você não falasse, ninguém perceberia!

A autocensura e o fim do debate sensato

O policiamento da esfera pública com o objetivo de suprimir as opiniões “racistas” tem causado um tipo de psicose pública, uma sensação de se ter de andar com a ponta dos pés por um campo minado, tendo de evitar todas as áreas onde a bomba da indignação pode estourar em cima de você.

Qualquer discussão de livre expressão tem que levar em conta duas questões importantes: piadas e raça. Piadas não são opiniões, mas elas podem simplesmente ofender muita gente. Sendo assim, deveria haver a mesma liberdade para se fazer piadas assim como para expressar opiniões? A questão racial tem sido objeto de profundo autoquestionamento nas comunidades modernas. O pior genocídio da história recente – o Holocausto – ocorreu porque as pessoas se sentiram livres para odiar os judeus e para difundir esse ódio num discurso que era protegido por lei. A opressão dos negros nos Estados Unidos e a negação dos privilégios da cidadania para essa parcela da sociedade foi defendida livre e destrutivamente nos últimos tempos e, novamente, essas opiniões foram protegidas por lei. Será que esses e outros casos similares não justificam a crença predominante de que a liberdade de expressão não é um bem em si mesma? E será que esses grupos suscetíveis a serem alvos do ódio coletivo devem ser protegidos desse abuso?

Alemanha: intensifica-se a crise de estupros cometidos por migrantes


Esquerda: pelo menos 30 migrantes do sexo masculino atacaram três meninas (com idades de 15, 16 e 17 anos) no Shopping Center Sophienhof em Kiel, Alemanha, em 25 de fevereiro. Somente dois dos perpetradores foram presos pela polícia.
Direita: somente nos primeiros dois meses deste ano, houve dezenas de casos registrados de migrantes que atacaram sexualmente mulheres e crianças em piscinas públicas em toda a Alemanha. Em algumas regiões, as autoridades determinaram a fixação de cartazes com desenhos indicativos, com o propósito de “educar” os migrantes sobre a inadmissibilidade de abusos sexuais.

Uma turba de candidatos a asilo provenientes do Afeganistão atacou três adolescentes do sexo feminino em um shopping center na cidade de Kiel ao norte da Alemanha. O ataque, que se prolongou por mais de duas horas na noite de 25 de fevereiro, espelha as violações em massa contra mulheres alemãs ocorridas na cidade de Colônia na Passagem do Ano Novo, mostra, mais uma vez, que os espaços públicos na Alemanha estão ficando cada vez mais perigosos para mulheres e crianças.

EUA: esquerdistas empenhados em destruir seu próprio país

Os progressistas sabotaram a segurança americana e danificaram as relações raciais.

Chicago, Detroit, Baltimore, St. Louis e outros numerosos centros de pobreza negra fora de controle, sistemas falidos de escolas públicas e a violência de negros contra negros são 100% controladas pelo Partido Democrata, e assim vem sendo por períodos entre 50 e 100 anos.

Liderados por Hillary Clinton e Barack Obama, os democratas permitiram o ataque islâmico à liberdade de expressão, que é um componente central da campanha islâmica para criar uma teocracia religiosa mundial.

O líder bolchevique Leon Trotsky descreveu, certa vez, o stalinismo como “a teoria perfeita para grudar no cérebro”. O que ele quis dizer foi que um regime monstruoso como o de Stalin, que assassinou 40 milhões de pessoas e escravizou muito mais, foi, apesar de tudo, capaz de persuadir os esquerdistas e os defensores da “justiça social” pelo mundo todo a atuarem como seus colaboradores e defensores.