Rede Globo


Flávia Tavares, uma criminosa – Olavo comenta entrevista à Época

Na matéria da Flávia Tavares, não há uma linha sequer que se aproveite, exceto como prova de crime de calúnia e difamação. * O problema da Flávia Tavares não é ser “esquerdista”. É ser simplesmente uma criminosa. * Não se deve jogar pérolas aos porcos, mas também não é certo julgar que alguém seja um […]

Dona Regina e Fernanda Montenegro: O que elas têm em comum?

“E as crianças?” No programa ‘Encontro’, da Rede Globo, Dona Regina defendeu o bom senso e a sacralidade da infância contra enaltecimento cínico de performances que glamorizam a pedofilia.   O que tem Fernanda Montenegro em comum com Dona Regina? Não é novidade para o grande público nacional que figuras públicas do eixo Leblon-Projac-Jardins-Nova Iorque […]

“Cura gay” e Fake News: mentiras, sensacionalismo e a construção de estereótipos

Mentiras descaradas nas manchetes da última semana deram o exemplo de uma manipulação intencional e ideológica contra a atividade profissional dos psicólogos. E as principais vítimas foram justamente os pacientes homossexuais.   A grande mídia brasileira foi responsável, nessa semana, por mais um episódio do grande ‘case de fake news‘: a chamada “cura gay”. A […]

Caco Barcellos e o aborto

Ontem, na Rede Globo de Televisão, foi ao ar o programa ‘Profissão Repórter’, sob comando do Caco Barcellos. Se você não conhece o Caco, saiba que, em 1992, ele escreveu o livro “Rota 66”, que criminaliza a ROTA (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), e que, durante toda sua carreira, Caco desmoraliza a polícia, fazendo uma […]

Televisão: a serviço da mentira globalista

Como disse antes, a televisão,  seguindo ditames do Grande Inquisidor descrito por Dostoievski, adotou o “milagre”, o “mistério” e a “autoridade” como elementos fundamentais para subjugar a consciência humana. Solerte, a máquina de fazer doido se fez o mais formidável instrumento de lavagem cerebral por ventura imaginado. Onipresente, ela se infiltrou no cotidiano de cada […]

Sucessão no Rio falido

Como sabem todos, o Rio de Janeiro (cidade e Estado mais do que problemáticos) não tem governo decente, que se preze, desde a gestão de Carlos Lacerda, exercida entre os anos 1960/1965. De lá pra cá, cito de memória, figuras descartáveis como Negrão de Lima e Chagas Freitas (duas vezes), ou lamentáveis como Marcelo “Velho Barreiro” Alencar, Leonel Brizola, Saturnino Braga (socialista que decretou a falência oficial da cidade), Moreira Franco, Garotinho (com a mulher a tiracolo), César Maia, Luiz Paulo Conde (tipo que se arrastava de bengala pelas ruas da cidade), Sérgio Cabral, Eduardo Paes e similares que conseguiram transformar o Rio numa imensa casa de tavolagem, amontoando, a um só tempo, muita miséria, fraudes, corrupção política, densa criminalidade, narcotráfico, prostituição, mistificação ideológica, malandragem acadêmica e, a cada pleito, as mais ousadas formas de estelionato eleitoral.

O surto de ocupações fascistas nas escolas

Bem feito para a Rede Globo que se presta para dar cobertura a uma traquinice daquelas e, depois, se sujeita a ser acusada, também ela, de fascista e de golpista quando cobre algum evento onde haja petistas.

A cena apresentada pela Globo News era inacreditável. Uma dessas que a gente costuma ver no YouTube, filmada por celular, em posição vertical e tela estreita, estava sendo exibida ao país por uma emissora de grande audiência, em tela grande e HD. O ato, transcorrido no palco do auditório de uma escola estadual do Rio, tinha certa imponência. Casa cheia. À mesa diretora dos trabalhos, um grupo de adolescentes comunicava ao mundo sua soberana decisão de encerrar a ocupação que já levava 56 dias. Sentado entre eles, o chefe de gabinete do secretário de Educação do Rio de Janeiro. Imagino que até a Unesco festejou a notícia. Ufa!

Museu do Amanhã: mentiras globalistas na GloboNews

O Museu do Amanhã nada mais é do que uma fábrica de grilhões de consciência.


Desde o alardeado início das obras do Museu do Amanhã, sempre me intrigou a seguinte questão: como um museu pode ser voltado para o amanhã de vez que o que se coloca dentro de um museu são artefatos do passado? Como colocar artefatos que ainda não existem dentro de um museu voltado para o amanhã? Para o futuro? Sendo que tanto um quanto o outro são apenas imagináveis, seriam, portanto, meras abstrações desprovidas de realidade? O que, afinal, lá seria posto em exibição?

No dia 1? de janeiro de 2016, assistindo pela manhã ao noticiário da Globo News, me deparei com uma reportagem que mostrava por dentro o Museu do Amanhã, construído no Rio de Janeiro recentemente.

Malabarismo cultural

Este texto é um convite à reflexão a quem pretende superar a mediocridade reinante; mas quem não o pretende pode ler, é claro – mal não fará.

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Segunda-feira, 11 de janeiro de 2016; entro no Facebook e vejo a ala (digamos) pra-frentex da – vá lá – direita maldizendo o Rodrigo Gurgel (com muitas indiretas, é claro). Vou atrás de saber o motivo. Estarreço-me: o mestre disse que não conhecia o finado do dia, David Bowie. Pronto, a tchurma que acha possível restaurar a alta cultura sem largar de mão a baixa cultura já saiu rasgando as calçolas. Com todo respeito à alma do sujeito (que Deus o tenha), que grande demérito pode haver em não ter conhecimento sobre um artista “pop”? (Ou: “Um travesti que ficou famoso nos anos 80”, como bem classificou Hermano Zanotta.)

Diário do Olavo: a mídia comunopetista e a necessidade de um Estado-Maior


A mídia foi o primeiro terreno onde o comunopetismo firmou sua hegemonia e de onde partiu, com base firme, para a conquista do restante.

Todo mundo está muito enganado com relação à função da mídia, [as pessoas pensam assim:] “nós temos um problema na escala federal, um problema dentro da classe política, e a mídia está tomando partido a favor de um dos lados – descaradamente”. O problema não é este, a mídia não é um órgão auxiliar que está tomando partido para ajudar: a mídia é a peça central do sistema. Recue no tempo e pergunte qual foi o primeiro setor da sociedade onde a esquerda implantou a sua hegemonia; [a resposta é] a mídia, trinta anos antes de o PT chegar ao poder. A mídia não é um elemento a mais, ela é o centro do problema. Muito tempo atrás eu dizia (e o pessoal não entendia o que eu estava dizendo) que não adiantava brigarem com o PT, era preciso brigar com a Folha de São Paulo, com O Globo, as manifestações tinham de ser feitas na frente d’O Globo, era preciso desmoralizar O Globo e a Folha – sobretudo estes dois órgãos. A mídia foi o núcleo da hegemonia. Se a mídia não ocultasse por dezesseis anos a existência do Foro de São Paulo, o Foro de São Paulo simplesmente não existiria. É claro que isto foi uma vasta operação política tramada entre todas as redações; quem manda na mídia não são os donos (isto é fundamental), quem manda é a redação. O dono ganha dinheiro e fica quieto, em geral nem concorda com que o que o pessoal da redação está fazendo, mas não tem força para mexer na redação. No tempo da ditadura, ninguém conseguia tirar um comunista de uma redação, era impossível. Se tirassem, a mídia inteira parava. Portanto, eles já têm esse controle da mídia desde quarenta ou cinquenta anos atrás, e foi a partir da mídia que eles foram crescendo. Enquanto não for destruída essa hegemonia da Folha de São Paulo e d’O Globo, nada será possível. Este é o objetivo e este deveria ser o alvo primordial. O objetivo não é obter da mídia uma cobertura decente, o objetivo é destruir essas organizações por completo, enquanto elas não saírem do caminho, não haverá liberdade de imprensa neste país – isto é coisa básica. E se não houver liberdade de imprensa, não haverá democracia, não haverá representatividade. (*)