Religião


Europa: a substituição de uma população

Sai o velho, entra o novo… A Europa, conforme vai envelhecendo, já não renova suas gerações e em seu lugar saúda o ingresso de um enorme contingente de migrantes provenientes do Oriente Médio, África e Ásia que irão substituir os europeus nativos e que trarão culturas com valores radicalmente diferentes em relação a sexo, ciência, poder político, cultura, economia e a relação entre Deus e o homem.

Em uma geração a Europa ficará irreconhecível.

Mortes excedendo nascimentos podem parecer ficção científica, mas já são a realidade da Europa. Simplesmente aconteceu. No ano de 2015 houve 5,1 milhões de nascimentos na União Europeia, ao passo que 5,2 milhões de pessoas morreram, significando que a UE pela primeira vez na história moderna registrou um crescimento vegetativo negativo. Os dados foram divulgados pela Eurostat (departamento que cuida da estatística da União Europeia), responsável pelo recenseamento da população europeia desde 1961. Portanto é imbuída de caráter oficial.

Equívocos históricos dos árabes em suas intenções com Israel

Em maio de 1948, Azzam Pasha (direita), secretário-geral da Liga Árabe, reagiu à proposta da nova área judaica da partilha: “esta será uma guerra de extermínio, um massacre memorável.”

Esta é a primeira parte de um artigo dividido em duas partes. A segunda parte irá examinar as alternativas de hoje para nós árabes.

No estado atual das relações entre o mundo árabe e Israel vemos uma colcha de retalhos de hostilidades, paz tensa, cooperação limitada, tranquilidade e violência. Nós árabes gerimos nosso relacionamento com Israel de maneira cruel, mas o pior de tudo é a contínua situação dos palestinos.

Goiás: governo impõe ideologia de gênero por decreto

O governador Marconi Perillo (PSDB, foto), no dia 4 deste mês, tomou a decisão de assinar o Decreto nº 8.716/2016 que autoriza a utilização do nome social por pessoas travestis e transexuais em quaisquer serviços públicos ofertados pela administração direta e indireta do Poder Executivo, que inclui os serviços conveniados. Sim, um decreto. Nada de encaminhar a matéria para ser discutida e votada pela Assembleia Legislativa.

Esta seria a maneira democrática de tratar de um tema que embora tenha aparência de simples, é complexo e não consensual porque insere uma cunha na estrutura da cultura tradicional da sociedade. Além do mais, essa medida menor tem a função estratégica de abrir fendas por onde outras demandas que fazem parte do elenco de propostas da revolução cultural empreendida pelos estudos de gênero líquido venham a ser, finalmente, implementadas na sociedade por através de políticas públicas.

A tradição turca de assassinar cristãos


Andrea Santoro (esquerda), um padre católico romano de 61 anos, e o bispo Luigi Padovese, 63 anos, (direita), vigário apostólico de Anatólia:
sacerdotes cristãos assassinados na Turquia nos últimos anos.

Em 26 de julho, a cidade de Saint-Étienne-du-Rouvray localizada no norte da França presenciou um terrível ataque islamista: dois terroristas do Estado Islâmico (ISIS) assassinaram o padre Jacques Hamel de 85 anos, em sua igreja durante a missa. Duas freiras e dois fiéis foram tomados como reféns.

O Papa e a Guerra Santa

Papa Francisco (direita), disse recentemente: “eu não estou falando de uma guerra de religiões. As religiões não querem guerra”, e “eu acredito que não é justo igualar o Islã com a violência. Não é justo e não é verdade”.
Hassan al-Banna (esquerda), fundador da Irmandade Muçulmana, escreveu que “o Nobre Alcorão nomeou os muçulmanos como guardiões da humanidade, que ainda não atingiu sua maioridade, e lhes concede os direitos de suserania e domínio sobre o mundo a fim de realizar esta sublime tarefa.”

Na manhã de 26 de julho, o Padre Jacques Hamel de 85 anos de idade foi assassinado no altar a facadas, enquanto celebrava a missa, por um dos dois devotos do Estado Islâmico que haviam invadido a igreja. O assassino cortou sua garganta e poderia muito bem tê-lo decapitado, como é o costume de muitos carrascos jihadistas. Os seguidores de uma fé que glorifica os assassinos como mártires (shuhada’) criaram um mártir de fé completamente diferente.

“Missa negra” em Oklahoma revolta e mobiliza cristãos ao redor do mundo

Sob o pretexto de uma falsa “liberdade religiosa”, os adoradores de Satanás estão ganhando até espaço público para realizar as suas cerimônias macabras. Como fomos capazes, enquanto sociedade, de chegar a esse ponto?

Os cristãos do estado norte-americano de Oklahoma estão revoltados.

Perseguição islâmica: cristãos “inúteis” tratados como animais

Sua Santidade Mor Ignatius Aphrem II, Patriarca Sírio-ortodoxo de Antioquia e de Todo o Oriente (esquerda) solicitou ao governo da Suécia que garanta a segurança dos refugiados cristãos na Suécia, encaminhando-os para outros alojamentos longe dos abrigos onde são perseguidos pelos muçulmanos. Anders Danielsson (direita), diretor geral do Conselho Sueco de Migração, ressaltou que habitações separadas para cristãos e demais grupos vulneráveis “irão contra os princípios e valores centrais da sociedade sueca e da nossa democracia.”

Ataques de Muçulmanos contra Igrejas Cristãs

Estados Unidos: um grupo pró-ISIS chamado Califado Cibernético Unido “hackeou” o website da Igreja Reformista Cristã em Lamont, Michigan. Uma menina de 15 anos descobriu o vandalismo que consistia na inclusão de um vídeo de propaganda do ISIS e um texto em árabe. O recrutador apresentado no vídeo diz: “nós iremos conquistar a sua Roma, quebrar suas cruzes e escravizar suas mulheres, com a permissão de Alá, o Louvado. Esta é a Sua promessa, Ele é glorificado e não deixará de cumprir a Sua promessa.”

A luta dos cristãos chineses contra a perseguição comunista

Fiéis se amarram ao Cruzeiro para tentar impedir a demolição.

A região de Wenzhou ganhou o apelativo de “Jerusalém da China” pela sua extraordinária devoção à Santa Cruz e a construção de inúmeras e até colossais igrejas, sempre coroadas por enormes cruzes vermelhas especialmente iluminadas à noite, segundo descreve o jornal espanhol “El Mundo”.

Rousseau entusiasta de Maomé: o islam como teologia política

No terceiro capítulo de A Nova Ciência da Política, o filósofo e cientista político germano-americano Eric Voeligen, na esteira do propósito da obra, faz uma análise do problema da representação no império romano. O que e a quem o imperador representa? A teologia “pagã” funcionava como teologia supernaturalis, mas necessária e imprescindivelmente também como teologia civilis. O destino da política estava diretamente atrelado ao culto devido aos deuses: se as coisas iam bem, era graças aos sacrifícios prestados e à sua proteção; se iam mal, era sinal que a adoração havia falhado de alguma maneira. Isto é, a funcionalidade da sociedade dependia diretamente da intervenção dos deuses no mundo e a expectativa das pessoas era que os deuses intervissem; fazer parte da sociedade em questão envolvia necessariamente a adoração dos mesmos deuses, já nas palavras de Rousseau “(…) seu governo não distinguia seus deuses de suas leis” (ROUSSEAU, 1989, p. 150).

O espírito revolucionário da Missão Integral

A Missão Integral não tem na a a ver com teologia e, ouso dizer, nem mesmo com política. É apenas mais uma expressão do espírito revolucionário, como ele se apresenta desde meados do século XVIII.

Imagine alguém elogiar a coragem de um homicida. Imagine ele dizer que nós é que deveríamos ter o espírito daquele assassino. Estranho, não? Pois bem, é exatamente isso que o ideólogo máximo da Teologia da Missão Integral, René Padilla (foto), faz em relação aos cristãos e ao comunismo.

Em seu livro, O que é Missão Integral, o pensador equatoriano deixa claro qual é o espírito desse movimento que vem fazendo a cabeça de uma parte dos protestantes latino-americanos.