terrorismo


Resultados de uma investigação: A conexão Soros-Islã-Obama

O dinheiro de George Soros e a líder da Muslim Advocates (defensores dos muçulmanos) atuaram de forma
sistemática no enfraquecimento das políticas de segurança interna nos Estados Unidos.
É o que fica evidente após as investigações do IPT – Projeto Investigativo sobre Terrorrismo.

Uma entidade muçulmana de assistência jurídica, abarrotada com os 1,8 milhões de dólares em doações das Open Society Foundations de George Soros (OSF), tem ajudado a influenciar em mudanças políticas importantes na guerra contra o terror, inclusive na triagem dos indivíduos com suspeita de laços terroristas do Departamento Segurança Interna e no programa de formação do FBI para seus agentes que trabalham no combate ao terrorismo.

Juan Manuel Santos comprou o Prêmio Nobel

Graça Salgueiro, em seu programa Observatório Latino, na Rádio Vox, lembra do discurso proferido por Joseph Stálin há 64 anos.

Derrota comunista

A mídia esquerdista mostrou-se frustrada com a vitória indiscutível do “não”.
Diante do fato, foi de um cinismo colossal.

Os comunistas foram fragorosamente derrotados no plebiscito costurado na Ilha Cárcere para livrar a cara das Forças Armadas Revolucionarias da Colômbia (Farc), bando narcoterrorista que há mais de cinco décadas vem detonando a vida da Colômbia e da América Latina. Para quem ignora os fatos, as Farc atuavam (e atuam) como braço armado do Partido Comunista Colombiano. De início, eram apenas um projeto esboçado durante os motins de “el Bogotazo”, em 1948, mas tornado trágica realidade dezessete anos depois sob o comando de Manuel Marulanda Velez, o “Tirofijo”, índio astucioso que entrevistei no final dos anos 1960 para documentário produzido pela TV alemã sobre as guerrilhas virulentas que, já então, tomavam conta do noticiário internacional.

Islã: “meninas cristãs são bens a serem arruinados ao bel prazer, abusar delas é um direito”

Os jihadistas do Estado Islâmico riem e brincam sobre a compra e venda de
escravas sexuais yazidis mostrado em um vídeo de propaganda.

A Lei Islâmica (Sharia), sempre severa, é mais severa ainda com as mulheres. De acordo com o Alcorão, os homens têm a “autoridade” sobre as mulheres e têm o direito de espancá-las se elas forem “desobedientes” (4:34). Segundo Maomé, profeta do Islã, as mulheres são menos inteligentes do que os homens — o testemunho de um homem equivale ao testemunho de duas mulheres — e a maior parte da população do inferno é composta de mulheres, que se assemelham aos burros e cachorros quanto à habilidade de desviar a atenção do homem da reza, consequentemente anulando-a.

O Nobel da Paz fajuto e o petróleo para a Noruega

Quando a presidente do Comitê Norueguês do Nobel, Kaci Kullmann Five (foto), anunciou, no passado 6 de outubro, a decisão de outorgar o Prêmio Nobel da Paz 2016 ao presidente colombiano Juan Manuel Santos, os observadores de todo o mundo ficaram estupefatos. O titular do diário italiano Corriere della Sera se perguntava se a eleição tinha sentido; o espanhol El Mundo o considerou inapropriado e The Wall Street Journal o rotulou de estranho. Depois de tudo, Santos obteve o prêmio por seu papel em um processo de paz de seis anos com o bando narco-terrorista FARC, cujo acordo foi rechaçado pelo povo colombiano. Só 17% dos possíveis votantes o respaldou. Kullmann Five alegou que o galardão foi concedido em reconhecimento ao trabalho realizado, com a Noruega como país fiador, e para alentar a busca da paz. Porém, o móvel real de tão extravagante decisão pode-se encontrar, como ocorre com muitos países que fazem parte do duvidoso processo de paz na Colômbia, em interesses econômicos, especificamente, petróleo.

O mais absurdo dos Prêmio Nobel da Paz

O Prêmio Nobel da Paz concedido hoje ao presidente colombiano Juan Manuel Santos, não transformará seu plano “de paz” com as FARC em um bom acordo. Esse plano é nefasto para o país e por isso a Colômbia o rechaçou no plebiscito do 2 de outubro de 2016. E o continuará rechaçando, em todos os cenários possíveis, pois esse plano, se for aplicado, destruirá as instituições democráticas do país, prolongará os sofrimentos do povo colombiano e não contribuirá nem à paz nem à concórdia nacional. A Colômbia resistirá até derrotar definitivamente as ambições criminosas das FARC. Nenhum Prêmio Nobel a Santos mudará por arte de magia essa situação.

Colômbia: Santos perdeu, e deve renunciar



O ex-procurador-geral Alejandro Ordóñez, um dos titãs que lutaram contra os acordos que
garantiriam a impunidade ao narcoterror comunista. (Foto: RCN)


O NÃO dos colombianos significa que é necessário acabar o processo com as FARC, pedir a renúncia de Santos e de seu gabinete, e convocar eleições adiantadas.
Não tinham a derrota prevista. Inclusive Raúl Castro, que estava céptico sobre a conveniência de fazer um plebiscito na Colômbia, se deixou convencer por Juan Manuel Santos e os cabeças das FARC, e deu sua aprovação ao que eles pensavam que era um triunfo indubitável graças ao maquinário de fraude que montaram na Colômbia. Estavam seguros de que se repetiria o roubo eleitoral com o qual Santos ganhou a re-eleição [1].

Narco-terror comunista: Timochenko e sua estranha idéia do perdão

Sem haver entregado as armas, tendo ainda centenas de seqüestrados, sobretudo crianças, e sem haver sequer expressado um arrependimento real pelas desgraças que ocasionaram à Colômbia, as FARC serão premiadas por Santos, Obama e a União Européia.

Em vez de dizer
“peço perdão a todas as vítimas do conflito”, o chefe das FARC, Rodrigo Londoño, disse o contrário:
“Ofereço perdão a todas as vítimas do conflito”. Entenda quem puder. Ou melhor, entendamos o horror desse discurso pelo que realmente diz, não pelo que quiséramos que dissesse. Ao “oferecer perdão”, Timochenko diz que ele perdoa suas vítimas pelo que elas fizeram às FARC. Ele não diz o contrário. Não se ria. Essa teoria de que os colombianos somos culpados pelo que “fizemos às FARC” é moeda corrente entre alguns políticos. Há dois meses, o prefeito de Cali, Mauricio Armitage, que uma vez foi seqüestrado pelas FARC, escandalizou o país ao dizer:
“A guerrilha tem que pedir perdão, porém nós também que pedir perdão à guerrilha por havê-los conduzido a que estejam 60 anos “dando bala’”.

Colômbia: desacordo final em Cartagena

“Homenagem especial: teremos que prestar homenagem à memória e abnegação desse titã dos povos de nossa América, o presidente eterno Hugo Chávez Frías, sem cujo apoio e impulso inicial nada do que foi alcançado teria sido possível. Não há dúvida de que Bolívar e ele ainda têm muito que fazer na América”. Esta declaração de “Timochenko” (foto) na abertura da X Conferência guerrilheira das FARC, que ratifica a que fez no dia do encerramento do Acordo de Havana, tem que assombrar os venezuelanos porque ocorre que o titã sempre negou aqui ter a menor relação com as FARC cada vez que foi interpelado a respeito. Inclusive quando os computadores de Raúl Reyes confirmaram o affaire dos 300 milhões de dólares, quando encontraram lança-foguetes suecos e outras armas com etiquetas venezuelanas em acampamentos guerrilheiros, quando o chanceler Rodrigo Granda entre outros foi capturado em Caracas e assim ad infinitum.

Uma nova Guerra Fria

Nota do editor: o general Ion Mihai Pacepa (foto) é o oficial de mais alta patente que desertou do Bloco Soviético para o Ocidente. Em dezembro de 1989, o presidente romeno Nicolae Ceauscescu foi executado após um julgamento no qual as acusações foram, quase palavra por palavra, tiradas do livro Red Horizons, de Pacepa, subsequentemente publicado em 27 países. Após o presidente Carter ter aprovado o seu pedido de asilo político, Pacepa se tornou cidadão americano e trabalhou com agências de inteligência americanas contra o Bloco Oriental. A CIA elogiou a colaboração de Pacepa por ter proporcionado “uma contribuição importante e única para os Estados Unidos”. O seu livro mais recente, Disinformation, em coautoria com Ronald Rychlak, foi publicado pela WND Books em 2013.

A análise de que a mais recente onda de violência islâmica mundial – incluindo o ataque mortal à embaixada americana na Líbia e as novas ameaças do Irã – seja, de alguma forma, uma reação “espontânea” ao filme de baixo orçamento A Inocência dos Muçulmanos tem se revelado, na melhor das hipóteses, ingenuidade política e, na pior, um uso do episódio como bode expiatório, por ignorância ou intencionalmente.