terrorismo


A herança do ódio


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“O Harém do Sultão”: série da TV turca, muito popular na Tunísia, mostra atraentes concubinas procurando seduzir o sultão com a dança, canto, sendo obedientes e submissas. Tudo aquilo que pode incentivar meninas a se juntarem à “jihad sexual”, na qual elas proporcionarão sexo aos jihadistas.

Um relatório do Pew Research Center publicado em 2013, intitulado: “Religião, Política e Sociedade dos Muçulmanos no Mundo“, explora as atitudes e opiniões dos muçulmanos ao redor do mundo em matéria de religião e seu impacto na política, ética e ciência.

EUA: mídia blinda Obama e Hillary do fracasso na Líbia

Com um novo relatório do Parlamento britânico condenando a decisão do seu próprio país de ajudar a intervir na Líbia, a grande mídia começou a reescrever a história. O revisionismo da mídia visa reparar o legado danificado da política externa de Obama culpando outros países, especialmente França e Inglaterra, pela decisão de intervir na Líbia.

Um artigo da CNN escrito com tal propósito traz a manchete, “a intervenção na Líbia pela Grã-Bretanha levou a um crescimento do ISIS, constata investigação.” Angela Dewan escreve, “a intervenção militar da Grã-Bretanha na Líbia foi baseada em” inteligência imprecisa”e “suposições erradas”, conforme constatou reportagem divulgada quarta-feira, acusando o ex-primeiro-ministro David Cameron por não desenvolver uma estratégia inteligente para a Líbia. “No entanto, ela acrescenta,”os Estados Unidos se envolveram e desempenharam um papel fundamental. “

FARC contra a Colômbia: A eminência parda de tudo isso

Os senhores do Secretariado das FARC se vêem muito contentes nesses dias. Enfundados em suas camisetas verde-branca, símbolo da grande pureza que os habita, e alinhados no palanque improvisado de sua X Conferência, nos Llanos del Yari, os chefes do terrorismo na Colômbia acreditam que triunfaram. Todo mundo lhes diz isso. Os 400 jornalistas estrangeiros e colombianos que foram parar nesse fim de mundo para cobrir a parte visível do evento, não pouparam elogios e los bajulam: vocês são fortes e ganharam, explicam. Em Bogotá, os altos amigos secretos de Timochenko repetem esse mesmo refrão nos coquetéis.

Editoras ocidentais se subjugam ao Islã


Por criticar o Islã, Abdel-Samad vive sob proteção policial na Alemanha e, assim como Rushdie, paira sobre ele uma fatwa. Depois da fatwa vieram os insultos: ser censurado por uma editora livre.

Quando o romance Os Versos Satânicos de Salman Rushdie foi publicado em 1989 pela Viking Penguin, a editora britânica e americana foi submetida a assédio diário perpetrado por islamistas. Conforme salienta Daniel Pipes, o escritório londrino mais parecia “um acampamento armado” com proteção policial, detectores de metal e acompanhantes para visitantes. Nos escritórios da Viking em Nova Iorque, cães farejavam pacotes e o lugar foi considerado “local sensível”. Muitas livrarias foram atacadas e outras tantas ainda se recusavam a vender o livro. A Viking gastou cerca de US$3 milhões em medidas de segurança em 1989, o ano fatal para liberdade de expressão no Ocidente.

Corruptocratas da ONU: poupem-nos da falsa santidade dos refugiados!


Outra reunião de cúpula das Nações Unidas em New York. Outra extravagância pedante. Outra inútil “declaração histórica” (não vinculante, é claro) para salvar o mundo (realizando outra reunião de cúpula… em dois anos).

Terror islâmico, 15 anos após o 11 de Setembro

Ao se completar 15 anos dos audaciosos ataques terroristas perpetrados pela rede Al-Qaeda em 11 de setembro de 2001, nas cidades de Washington e New York, há elementos de juízo suficiente para avaliar a dinâmica do terrorismo islâmico contra os “infiéis” ocidentais e os “apóstatas” muçulmanos.

 

Durante este agitado lapso, não só a rede Al-Qaeda se fortaleceu, senão que surgiu de seu seio o auto-denominado Estado Islâmico (ISIS), muito mais radical e violento do que seu gestor. Hoje, este novo grupo constitui uma séria ameaça contra a liberdade humana, e por suas conotações geopolíticas e estratégicas poderia ser a chispa que inicie uma conflagração maior no sempre convulsionado Oriente Médio.

As reflexões do Coronel Plazas Vega

“Eu não comungo com que se fale de renegociação de acordos de paz, porque acredito que com os terroristas não se negocia. São delinqüentes.”

Depois de 8 anos de estar recluso, a justiça o absolveu e, hoje, desde seu lar onde trata de se recuperar, conta como vê o país e o acordo de paz que se vai assinar com a guerrilha das FARC, e que atualmente não acredita nele, e reitera seu voto pelo “NÃO”.


Depois que o senhor saiu da reclusão, como tem sido sua vida? Em que refletiu?

 

Minha reflexão é profunda. A que níveis de perversão se chegou na Colômbia? Como é possível que sem ter cometido nenhum delito, tenha estado privado da liberdade por oito anos e meio, tenham destruído minha vida e a de minha família, e que que isto tenha sido feito por uns juízes da República? Mas não um ou dois juízes. É que quando se revisa o número de solicitações de liberdade que me negaram, de Cessação de Procedimento, de preclusão, de nulidade, direitos de Habeas Corpus, apelações, impugnações. São dezenas de recursos, sistematicamente negados mediante uma mentira diferente em cada caso.

Colômbia: Missão cumprida (para as FARC)


Ao centro, Pablo Catatumbo, terrorista das FARC, discursando em Havana.

 

Lendo as 297 páginas da capitulação de Havana, as FARC conseguiram o que vieram predicando e se ajusta sem equívocos aos ditados do Foro de São Paulo do qual tomo só alguns exemplos por razões de espaço. “O objetivo é conseguir em todos e cada um dos países da América Latina uma via chilena ao socialismo como a tentada por Allende, porém com final feliz”, adotando as lições da experiência da Unidade Popular antes e durante o governo de Salvador Allende no Chile de 1970 a 1973.

Equívocos históricos dos árabes em suas intenções com Israel

Em maio de 1948, Azzam Pasha (direita), secretário-geral da Liga Árabe, reagiu à proposta da nova área judaica da partilha: “esta será uma guerra de extermínio, um massacre memorável.”

Esta é a primeira parte de um artigo dividido em duas partes. A segunda parte irá examinar as alternativas de hoje para nós árabes.

No estado atual das relações entre o mundo árabe e Israel vemos uma colcha de retalhos de hostilidades, paz tensa, cooperação limitada, tranquilidade e violência. Nós árabes gerimos nosso relacionamento com Israel de maneira cruel, mas o pior de tudo é a contínua situação dos palestinos.

Os interesses econômicos da Suíça e a falsa paz na Colômbia


Para a Suíça tem sentido econômico apaziguar um governo cada dia mais autocrático.
Porém, o faz ao custo da democracia e do Estado de Direito na Colômbia.