União Europeia


UE aprofunda sua crise com ataques a Hungria e Polônia

O Parlamento Europeu condenou a Hungria por questões de direitos humanos e a ruptura do Estado de direito. Bruxelas está agora ameaçando uma guerra financeira total contra a Hungria e a Polônia, entre outros, por alegados abusos dos direitos humanos e políticas e acções anti-democráticas. Mas com os governos conservadores insistindo no seu direito soberano […]

Merkel e Macron: a UE fortalecida na destruição da Europa

Claudia Wild fala direto da Alemanha sobre a eleição de Emmanuel Macron e o seu alinhamento com Angela Merkel no desmonte dos países europeus através da invasão civilizacional islâmica. Multas de dezenas de milhares de Euros e confisco de bens já estão sendo aplicados na Europa, tudo para garantir estadia para os invasores e a […]

Por que a Rússia está por trás dos ataques com armas químicas na Síria?

O regime autoritário russo de Vladimir Putin está por trás dos ataques com armas químicas contra a população civil síria na localidade de Idlib, por razões estratégicas, políticas, geo-políticas e da tradicional guerra psicológica russa de amedrontar o adversário para forçá-lo a agir à sua maneira. 1. Não é segredo para ninguém que a atitude […]

Mais um absurdo da UE: patrulha online contra eurocéticos

A austeridade é somente para os povos da Europa. Enquanto isso, a União Europeia aumenta as despesas com propaganda, pseudo-informação e sub-informação.

“The European Parliament is to spend almost £2 million on press monitoring and trawling Eurosceptic debates on the internet for “trolls” with whom to debate in the run-up and during euro-elections next year amid fears that hostility to the EU is growing.”
Do The Telegraph: EU to set up euro-election ‘troll patrol’ to tackle Eurosceptic surge

O Parlamento Europeu vai gastar cerca de 2 milhões de euros no combate aos eurocéticos na internet, colocando funcionários da União Europeia em debates na rede. Ou seja: criará uma brigada mercenária contra os eurocéticos, que começa a funcionar já neste mês de fevereiro.

A Tragédia do Euro

Prefácio da obra A Tragédia do Euro, novo lançamento da Vide Editorial.

 “Este livro provê poderosas ferramentas que ajudam no entendimento da história do euro e de seu perverso arranjo institucional”, afirma o economista Jesús Huerta de Soto.

É para mim um grande prazer apresentar este livro escrito pelo meu colega Philipp Bagus, um de meus mais brilhantes e promissores alunos. O livro surge em um momento extremamente oportuno e mostra como o arranjo intervencionista criado pelo sistema monetário europeu levou à atual situação calamitosa.

Quando a liberdade é entendida como atomização da sociedade

“Trespassada por uma profunda crise por causa do refinamento da cultura individualista orientada para uma perspectiva niilista pela sociedade de consumo, a destruição do modelo de família judaico-cristão nas suas diversas adaptações deveria ser interpretado como um sério alerta sobre a decadência civilizacional a ocidente.”
(Via A contra-revolução | iOnline.)


Não há hoje nenhum movimento político em Portugal (que eu conheça) que entenda a realidade social da forma como é prescrita no artigo supracitado. Vivemos num país em que se defende a liberdade, mas em que a liberdade não é representada politicamente. A liberdade tornou-se em uma palavra oca, destituída de sentido; transformou-se em um mero
slogan de cujo conteúdo já pouca gente tem uma noção. O conceito de liberdade é hoje utilizado pela classe política para restringir a liberdade — e esta é a grande perversão política do nosso tempo.

Viva a Hungria!

Os tempos correrão na direção que decidamos imprimir-lhes. Nenhuma lei histórica condena as sociedades a ‘progredir’ indefinidamente para a anomia e a dissolução de vínculos”

O Parlamento de Budapest aprovou em 18 de abril passado a nova Constituição da Hungria. O texto apresenta uma série de traços de máximo interesse, embora insólitos na Europa atual. A nova Constituição é tão politicamente incorreta que parece um milagre (não é de se estranhar que a imprensa “progressista” ande rasgando as roupas por causa disso).

A Constituição reconhece explicitamente a importância do passado cristão na forja da identidade húngara. Quer dizer, adota uma postura diametralmente oposta à que caracterizou a abortada Constituição européia (que omitiu qualquer menção ao Cristianismo, embora citasse a Grécia, Roma e o Iluminismo). A Hungria não participa, pois, da patológica atitude de auto-negação histórico-cultural que caracteriza muitos países ocidentais. Reconhecer as raízes cristãs não é mais do que um ato de justiça histórica: é uma profissão de fé (de fato, a Hungria é hoje em dia um dos países mais descristianizados).